ACIONAMENTO POSITIVO. Mais um mito que desapareceu e quem não notou vai sumir ou sumiu

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* Ellyot Mackenzie

O mercado financeiro no Brasil tanto no que se refere a venda de produtos e/ou oferta de serviços usou durante muitas décadas o conceito de medir a viabilidade de uma atividade relacional através do CONTATO POSITIVO.

Esse conceito centenáriamente ultrapassado foi transformado numa verdade eloquente, principalmente em meados da metade do século passado a partir de São Paulo a capital das principais COMPANHIAS NO BRASIL. E logicamente a capital das principais AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE que justificavam seu sucesso através do intangível CONTATO POSITIVO, ou ACIONAMENTO POSITIVO.

Tentando com o conceito de CONTATO POSITIVO justificar suas maravilhosas ações e atrasar a implantação das inovações tecnológicas que são o alicerce estrutural do relacionamento de uma sociedade cada vez mais digital.

Os meios de comunicação evoluíram exponencialmente demonstrando que as métricas e os procedimentos POSITIVISTAS já não consolidaram a METRIFICAÇÃO DE RESULTADOS esperada para se avaliar a construção de uma ponte entre o “desejo do ofertante e o continente de possibilidades do público-alvo”.

Fica extremamente difícil para quem não evoluiu compreender o NOVO CAMINHAR DA HUMANIDADE e continuar aplicando como métrica e forma de projetar resultados o conceito de CONTATO POSITIVO. Este procedimento é uma incoerência estrutural, funcional e um derivativo das atividades que “…MASCARAM RESULTADOS AO GOSTO DE UM DETERMINADO GESTOR…” demonstrando ainda o intuito de atrasar a Evolução Tecnológica por não entender as novas ferramentas e o novo método de se relacionar com o público alvo.

A Evolução Tecnológica demonstra que uma das maneiras mais eficientes de se consolidar relacionamentos nas esferas digitais é o uso dos MODELOS COGNITIVOS sobre a construção de FORMULAÇÕES MATEMÁTICAS aplicadas diretamente no entendimento resultante da MODELAGEM DOS DADOS derivados de uma PESQUISA PROFUNDA. Caracterizando este processo como forma viável extremamente eficiente tanto tecnicamente como financeiramente.

Os famosos “Filhos do WATSON” fazem parte dos grupos tecnológicos que entenderam como quantificar as ESTRUTURAS RELACIONAIS EFICIENTES entre empresas e clientes de maneira que a OFERTA, seja ela qual for, seja CONSTITUÍDA COM SUCESSO.

CONTATO POSITIVO, ou ACIONAMENTO POSITIVO não pode ser parâmetro para avaliar uma atividade por um fator de tempo, determinando que em um determinado intervalo de tempo o sucesso do operador será medido por uma atividade que não é fruto de sua tecnologia, mas fruto de eventos de terceiros. Ou em pior cenário fruto de um sucesso que depende das atividades do CONTRATANTE.

O exemplo máximo desse evento, acontece quando: “um CUSTOMER HUNTER consegue capturar a atenção de um transeunte qualificado, convence-o a visitar a loja que o contrata, consegue deixá-lo feliz porque promete resolver seu problema de deslocamento com conforto e segurança. O CUSTOMER HUNTER entrega o futuro cliente na loja de carros, mas, este cliente é recebido friamente, exposto a processos inadequados, ofertas financeiras incoerentes e o ambiente não apresenta nenhuma interação positiva com o futuro comprador. Logo o futuro comprador abandona a loja. Através da lógica POSITIVISTA o CUSTOMER HUNTER não merece mérito pois o futuro cliente não executou a compra do carro”.

Dentro do conceito da INTERAÇÃO DIGITAL obtida através de MODELOS COGNITIVOS por meio de CONSTRUÇÕES LÚDICAS baseadas no ENTENDIMENTO DOS RESULTADOS DOS MODELOS MATEMÁTICOS DE ANÁLISE todo contato que exponha o cliente alvo a uma FRAÇÃO DA MENSAGEM EFETIVA é uma VITÓRIA COMUNICATIVA.

Logo, TODO e qualquer CONTATO EXECUTADO com o usuário é um CONTATO POSITIVO, ou ACIONAMENTO POSITIVO pois o resultado de uma operação com essa ESTRUTURA FUNCIONAL é atingir o OBJETIVO DO CONTRATANTE de forma efetiva, deixando claro ao cliente que a execução da tarefa desejada foi uma atividade derivada de sua intenção. E não fruto de uma campanha de marketing ou publicitária que usa conceitos centenáriamente ultrapassados para medir seu sucesso.

Olhar pelo âmbito hoje utilizado em algumas companhias é como tentar construir arranha-céus com TIJOLOS DE BARRO COZIDOS EM FORNOS A LENHA, justificando que se um dia eles funcionaram para um edifício de 100 andares será uma solução maravilhosa.

As excessivas ofertas, inúmeros meios de comunicação, infindos eventos nas redes sociais e nos aplicativos de uso diário retiram do cliente a capacidade de tomar a decisão por uma única abordagem, mesmo sendo ela grandiosa. Os atuais consumidores tomam decisões através de um convívio complexamente construído que parte de um simples contato até um efetivo canal de comunicação.

Para um uma oferta efetiva em um conjunto de 500.000 usuários tem-se a necessidade de dezenas de roteiros, centenas de diálogos diferentes e uma entrega portabilizada ao destino intelectual de cada usuário. Levando ainda em consideração todas as suas características socioeconômicas e culturais.

A sequência determinística para o sucesso das operações através do MODELO COGNITIVO é a apresentação para o cliente do REDIRECT CONTACTS, que deve ser entendido como CONTATO REDIRECIONADOR. O objetivo primário deste contato é executar um redirecionamento no conceito que o usuário possua sobre aquela marca, aquele evento, aquele produto e/ou mais um conjunto de estruturas de opinião que devem através desse contato modificar sua Constituição intelectual.

Ou seja:

Após este contato o usuário começa a prestar atenção na qualidade do diálogo, na consistência da importância daquela informação para a melhoria de sua forma de vida. Quando se estabelece um CONTATO REDIRECIONADOR o sucesso da operação começou a se construir.

Logo após ter tido sucesso no CONTATO REDIRECIONADOR constrói-se o GUIDING RELATIONSHIP, que deve ser entendido como RELACIONAMENTO DIRECIONADOR, neste ponto usuário vai creditar ao seu RELACIONAMENTO com ele a capacidade de realmente resolver o seu problema e passa a tratá-lo não mais como um sistema de vendas, recuperação financeira, prestação de serviços ou qualquer atividade que esteja sendo ofertada, mas ele passa ali encarar como aquele que tem a oferta ideal para resolver o seu dilema.

Essa estrutura tem se consolidado em todas as empresas que constroem RELACIONAMENTOS DIRECIONADORES. Um exemplo é a Apple o usuário da Apple não discute, apenas espera a indicação do novo modelo de equipamento para que seus desejos se realizem da melhor forma possível.

Então amigo você tem duas estradas tecnológicas para trafegar, usar os MARCADORES e a TECNOLOGIA COGNITIVA e tentar ser a Apple de seu segmento ou usar métricas positivistas e ser mais uma lembrança no OCEANO DOS FRACASSADOS como as companhias e agências que ainda vivem os conceitos dos meados do século passado.

* Ellyot Mackenzie, Chief of Digital Information Cognitive Financial Systems na 4Mooney.

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